A minha relação com dezembro sempre foi de amor e ódio, o famoso entre tapas e beijos, rsrsrs.

É o meu mês favorito no ano, porque eu amo o clima natalino, porque eu acredito que o nascimento de Cristo é um sinal de esperança, uma resposta de amor, a Aliança de Deus conosco.

Porque eu gosto de ver as casas enfeitadas com luzes e árvores, gosto de sentir o clima de que algo está acabando, e até mesmo as promessas e esperanças para o novo que vem.

Eu gosto mesmo!

Mas ao mesmo tempo eu fico muito irritada com a hipocrisia de algumas pessoas que dão aquele abraço falso, daquelas festas em quem a gente finge ser quem não é, porque as vezes, na grande maioria delas, ser quem se é não é bom o suficiente!

Eu morro em ver essa cultura do presente caro, que não diz nada, que não faz presença…

A gente vê as ruas cheias de pessoas buscando a melhor roupa, o melhor isso, melhor aquilo… Pra quê? Sinceramente não sei!

Claro que eu acho super válido presentear quem a gente gosta, inclusive lá em casa trocamos presente.

Mas eu sempre achei que a beleza está em ser, e de uns tempos pra cá tenho me preocupado muito se quem eu sou me faz feliz, porque não dá pra viver sendo quem a gente não é.

A vida passa rápido, as vezes passa e a gente nem percebe que se foi, ou até percebe, mas quando vê já é tarde.

Por isso, nesse primeiro dia de dezembro eu quero dizer a você:

Não deixe a vida passar sem deixar sua marca no mundo. Não espere, pois amanhã pode ser tarde. E sobretudo, dê presente, mas primeiramente presenteie quem você ama com a sua presença, com quem você é! E permita que o outro também seja quem ele quiser ser.

Que dezembro seja tão bom como todos os outros meses, afinal de contas, apesar de tudo passamos por eles e estamos aqui!

Muito amor pra nós!

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